quinta-feira, 19 de maio de 2011

A VIDA DEPOIS DOS TRINTA

Quando se ultrapassa os trinta anos de idade o metabolismo do corpo desacelera acumulando ainda mais tecido gorduroso. Até aí não tem tanto problema. Uma gordurinha aqui ou ali dá mais resistência e até um charme a mais! O problema é quando essa gordura acumula em dutos arteriais e órgãos vitais como o coração e fígado.

Junte isso ao hábito de fumar cigarros somado ao sedentarismo, a baixa ingestão de água... vixxx é toxina pra caramba. Sem contar o ar poluído, a fuligem que inalamos pela respiração.
Ambiente propício para fungos e bactérias se proliferarem. E aquele açucar refinado adicional em cafés, chás, etc, só vem melhorar o ambiente para estes micro-organismos se desenvolverem.

Afim de ajudar o organismo a se recuperar, estes fungos e bactérias são mal interpretados pelos tratamentos convencionais. Ao invés de mudarmos os hábitos alimentares por exemplo, aderimos à medicamentos mantendo a causa deste desequilibrio.
Visto como doença e então uma série de antibióticos e analgésicos são ingerido compondo um quadro ainda pior de toxinas.

É verdade que em nosso organismo há uma simbiose de seres vivos como as bactérias e os fungos. As próprias células possuem bactérias que compõe suas organelas! As mitocondrias são um exemplo bactérias especializadas em capturar o oxigênio das hemácias para produção de energia para todo o corpo.
As bactérias dos intestinos são como agentes de sáude que barram a entrada de micróbios e invasores vindos pelos alimentos.

Após os trinta, a sensibilidade do organismo aumenta e a responsabilidade com a saúde, o sono, a alimentação e a atividade física moderada são hábitos inevitáveis de preservação e longevidade.

Enfim, somos dotados de todo o potencial curativo que a própria natureza se incumbe de nos ajudar. O organismo, quando bem trabalhada a postura, reage e melhora a condição de saúde e força imunológica.

Outra coisa inevitável é o hábito de meditar. Eis aqui uma maturidade que nossa geração facilmente alcança. Parece que a cada geração que nasce, certas urgências antes tidas como tabu são incorporadas porque se tornam partes inatas de desenvolvimento intelectual do ser. Cabe a nós aceitá-las e praticá-las.

Um comentário:

  1. Armando Austregésilo26 de maio de 2011 17:59

    André, tendo vivido duas vezes o tempo citado, tenho a dizer que concordo perfeitamente com a análise,a didática e a conclusão educativa e de altíssima qualidade. A meditação (que nos anos setenta apareceu para ficar em nosso país),pode representar o fator mais consistente, e como você apresenta, as novas gerações não só se interessam, como apresentam grande facilidade de prática e compreensão dos benefícios. Chego a acreditar que na geração de seus filhos a meditação será tão natural que eles é que acrescentarão novos caminhos! Ótimo texto.

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